Terça-Feira, 12 de Novembro de 2019, 08:04

Notícia:

Ex-conselheiros tutelares são investigados por encontros amorosos extraconjugais na sede do órgão em MT

Na ocasião, o marido da conselheira envolvida desconfiou da traição e flagrou o encontro. Em luta corporal, vidros da sede do Conselho Tutelar de Lucas do Rio Verde foram quebrados.
Ex-conselheiros tutelares são investigados por encontros amorosos extraconjugais na sede do órgão em MT Durante briga, vidros da sede do Conselho Tutelar foram quebrados — Foto: Prefeitura de Lucas do Rio Verde/Divulgação
Leia também:
Preso em Sorriso assassino de agrônoma, que perseguiu e atirou na nuca da vítima

Dois ex-conselheiros tutelares de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, são investigados por usarem a sede e o veículo do órgão para encontros amorosos extraconjugais. De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), o encontro aconteceu em setembro de 2017, durante um plantão em que eles não estavam trabalhando.

Na ocasião, o marido da conselheira envolvida desconfiou da traição e flagrou o encontro. Em luta corporal, vidros da sede do conselho foram quebrados, restando o prejuízo para o órgão.

Segundo o MPE, os ex-conselheiros usaram o veículo antes da confusão, para deslocamento até o órgão sem envolvimento com o trabalho, e depois, quando o ex-funcionário fugiu, após a briga.

Depois da confusão, a ex-conselheira solicitou exoneração e deixou o Conselho Tutelar. Já o colega envolvido na situação, foi condenado a perder o mandato ao fim de um Processo Administrativo Disciplinar.

Na ação proposta pela promotoria de Lucas do Rio Verde contra os ex-conselheiros, o MPE pede à Justiça:

-perda dos bens/valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio;
-ressarcimento integral do dano;
-perda das funções públicas;
-suspensão dos direitos políticos pelo prazo de 5 (cinco) anos;
-pagamento de multa civil de 100 (cem) vezes o valor das remunerações percebidas pelos agentes.
-proibição de contratação com o poder público ou do recebimento benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de 3 (três) anos.

Os dois ex-conselheiros devem apresentar defesa no prazo de 15 dias após serem notificados sobre a ação.

Fonte: G1 MT

Comentários

{{countcoment}} COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.
{{car.nome}}
{{car.comentario}}
{{car.mais}}
{{car.menos}}