Domingo, 19 de Maio de 2019, 11:34

Notícia:

Cantor atropelado em frente a boate em Cuiabá morre 5 dias após acidente

Ramon Alcides, de 25 anos, estava internado em um hospital particular da capital. No acidente, uma jovem morreu e outra está internada.
Cantor atropelado em frente a boate em Cuiabá morre 5 dias após acidente Ramon Alcides morreu 5 dias após o acidente. — Foto: Arquivo Pessoal

O jovem Ramon Alcides, 25 anos, atropelado na madrugada deste domingo (23), na região central de Cuiabá, não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde desta sexta-feira (28). Ramon é filho do procurador de Justiça Mauro Viveiros.

A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça Roberto Aparecido Turin, presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP).

O irmão do jovem, Mauro Viveiros Filho, também confirmou a morte de Ramon por meio das redes sociais.

Ramon foi atropelado na madrugada de domingo, junto com outras duas jovens: Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos, que morreu ainda no local do acidente, e Hya Giroto Santos, de 21 anos, que está internada no Hospital Geral Universitário (HGU).

A motorista Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, que dirigia uma caminhonete, e causou o acidente responde em liberdade. Ela passou por audiência de custódia na segunda-feira (24) e pagou fiança de R$ 9,5 mil.

Ao ser detida, Rafaela se recusou a realizar o teste do bafômetro e exame de sangue. De acordo com a polícia, ela apresentava sinais visíveis de embriaguez.

Durante a investigação, a polícia teve acesso a ficha de consumação de Rafaela em uma casa noturna. Segundo o estabelecimento, ela teria entrado no local depois de 1h da manhã. Na lista de produtos aparecem seis garrafas de cerveja long neck.

Na avaliação clínica feita três horas depois do atropelamento, entretanto, não foi constatado que ela estava embriagada.

Rafaela, que é professora substituta na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi autuada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) qualificado pela embriaguez e lesão de trânsito qualificada por embriaguez por duas vezes.

Ela vai responder em liberdade, mas com medidas cautelares. Entre elas, ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida.

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Fonte: G1 MT

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